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Ibovespa responde a novos informativos da Moderna sobre eficácia de vacina para combater o Covid-19

Nessa segunda-feira (16/11), a Moderna, empresa que está trabalhando na produção de uma vacina contra o vírus responsável pela pandemia que assola o mundo há quase um ano, anunciou o resultado de uma análise preliminar da terceira fase de testes de sua vacina.

Segundo o divulgado, sua eficácia seria de 94,5%, maior do que a eficácia anunciada pela Pfizer e pela BioNTech em relação à vacina que está sendo produzida por essas empresas, o que tornaria possível uma aprovação para uso para ainda esse ano.

Após esses resultados positivos, a Moderna relatou que pretende fazer, nas próximas semanas, um pedido para que a agência reguladora dos EUA, a FDA, possa autorizar a produção em massa e a comercialização da vacina, o que teve reflexos imediatos no mercado financeiro. 

Mercados financeiros voltam a demonstrar otimismo

De uma maneira semelhante ao que ocorreu após o anúncio dos 90% de eficiência relacionados à vacina produzida pela Pfizer e pela BioNTech, o mercado financeiro respondeu de maneira positiva às boas novas divulgadas pela Moderna.

Demonstrando um otimismo em relação à possibilidade de uma retomada econômica pós-pandemia, a Ibovespa registrou alta de 1,32%, alcançando o patamar de 106.000 pontos, fenômeno que não era observado desde o mês de março desse ano.

A divulgação de dados referentes à uma melhora da economia industrial da China também contribui para esse cenário de alta da Ibovespa, que vê um cenário internacional favorável a uma recuperação nacional e reabilitação para o fortalecimento industrial e comercial local.

Esperança com vacina e com esforços para evitar novo lockdown

Levando em conta um contexto global, existe uma esperança por parte dos investidores dos mercados financeiros ao redor do mundo não somente na criação efetiva e comercialização de uma vacina eficaz contra o Covid-19, mas também de medidas que não contribuam ainda mais com a recessão econômica.

Embora se veja como necessário tomar medidas protetivas contra a proliferação do vírus, o mundo financeiro se vê na expectativa de que os grandes governos, como dos EUA e da China, por exemplo, não declarem um novo lockdown e sigam projetando uma recuperação econômica crescente.